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Chegando ao resultado da última lista do American Film Institute, apresento os melhores filmes americanos de Ficção Científica do último século. Após nove listas (foram Fantasia, Comédia Romântica, Gângster, Drama de Tribunal, Animação, Mistério, Esporte, Épico e Faroeste), vinte votantes (o maior número em toda a série) escolheram suas produções de sci-fi favoritas. Apesar do alto número de votantes, apenas 24 dos 50 longas pré-selecionados (veja aqui) receberam ao menos um voto, o que causou um grande concentração nas primeiras posições forçando novamente um desempate. Foi assim que dois clássicos de Stanley Kubrick só não receberam o voto de um participante, sendo que 2001: Uma Odisséia no Espaço ficou com a primeira posição num total de 7 listas, contra 5 de Laranja Mecânica. Completando o pódio, ficou um dos mais prestigiados filmes de Steven Spielberg, E.T. - O Extraterrestre, aliás o diretor aparece com um total de quatro filmes no top 10 (sem contar a menção para o 11º), o que é o recorde de todas as edições. Outro fato curioso foi a ausência de Guerra na Estrelas (teve apenas cinco votos dos vinte possíveis), talvez porque todos preferem O Império Contra-Ataca. Em seguida, farei um post especial sobre essa série do AFI, com números e comparações com as listas oficiais do Instituto. Por enquanto, agradeço a participação de todos: Alexsandro, Anderson, Cristiano, Demas, Felipe, Gustavo, Ibertson, Kamila, Lucas, Luciano, Marcel, Mateus, Pedro, Rafael Moreira, Rafael Oliveira, Sérgio, Victor e Weiner. Em 11º: Minority Report - A Nova Lei.
HAL: “Look Dave, I can see you’re really upset about this. I honestly think you ought to sit down calmly, take a stress pill, and think things over.“

2001: Uma Odisséia no Espaço, de Stanley Kubrick [1968]

Laranja Mecânica, de Stanley Kubrick [1971]

E.T. - O Extraterrestre, de Steven Spielberg [1982]

Blade Runner, o Caçador de Andróides, de Ridley Scott [1982]

Matrix, de Andy e Larry Wachowski [1999]

A.I. - Inteligência Artificial, de Steven Spielberg [2001]

Contatos Imediatos do Terceiro Grau, de Steven Spielberg [1977]

Jurassic Park - Parque dos Dinossauros, de Steven Spielberg [1993]

Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças, de Michel Gondry [2004]

Filhos da Esperança, de Alfonso Cuarón [2006]
A uma lista do fim da série do American Film Institute, chegamos ao resultado da votação que escolheu os melhores filmes americanos de Faroeste do último século - as anteriores foram Fantasia, Comédia Romântica, Gângster, Drama de Tribunal, Animação, Mistério, Esporte e Épico. Certamente foi um problema a lista dos pré-selecionados (aqui), uma vez que o número de filmes recentes era mínima e isso causou o menor número de votantes até o momento (seis, no total) e também a menor quantidade de filmes que receberam ao menos um voto (18 de 50). Se O Poderoso Chefão II foi o primeiro filme a aparecer em duas listas na semana passada, Assim Caminha a Humanidade repetiu esse feito e, após o 10º lugar na lista do gênero Épico, conquista a liderança entre os filmes de Faroeste. O longa de George Stevens ficou marcado pela última atuação de James Dean, que lhe rendeu uma segunda indicação póstuma para o Oscar de melhor ator. Em seguida, ficou Meu Ódio Será Sua Herança, clássico de Sam Peckinpah, um dos mestres do gênero. Completando o pódio, está o filme mais recente desse top 10, Os Imperdoáveis, pelo qual Clint Eastwood praticamente ressuscitou o gênero nos anos 90. John Ford, considerado um dos grandes nomes do western, aparece com dois filmes na lista: Rastros de Ódio e O Homem que Matou o Facínora. Como sempre, agradeço àqueles que participaram da votação: Alexsandro, Cristiano, Kamila, Pedro e Weiner. Em 11º: A Conquista do Oeste.
Jordan ‘Bick’ Benedict: “You want to know something, Leslie? If I live to be ninety, I will never figure you out.“

Assim Caminha a Humanidade, de George Stevens [1956]

Meu Ódio Será Sua Herança, de Sam Peckinpah [1969]

Os Imperdoáveis, de Clint Eastwood [1992]

Rastros de Ódio, de John Ford [1956]

O Homem que Matou o Facínora, de John Ford [1962]

Dança com Lobos, de Kevin Costner [1990]

Sete Homens e um Destino, de John Sturges [1960]

A Última Sessão de Cinema, de Peter Bogdanovich [1971]

Da Terra Nascem os Homens, de William Wyler [1958]

Pequeno Grande Homem, de Arthur Penn [1970]
Já que esta é a semana de listas no blog, nada melhor do que revelar agora as dez melhores séries de drama dessa temporada. Assim como no top 10 de comédia (veja aqui), as mudanças em relação à temporada anterior foram significativas, também como três novas séries na lista – mas Dexter e Lost continuam nas duas primeiras posições, apenas com lugares diferentes dessa vez. Como já devem saber, os cinco primeiros aqui já são os indicados da categoria de melhor série de drama na minha lista de melhores da temporada 2007/08 que devo divulgar após os indicados ao Emmy (o que ocorrerá daqui a uma semana, no dia 17). O texto abaixo não possui nenhum tipo de spoiler, fiquem tranqüilos. Não publiquei meu top 10 do ano passado, mas aqui está ele (a lista de melhores pode ser vista aqui): 1. Lost; 2. Dexter; 3. Friday Night Lights; 4. Battlestat Galactica; 5. Studio 60 on the Sunset Strip; 6. Heroes; 7. House; 8. 24; 9. The Closer; 10. Brothers & Sisters.
DEXTER [Temporada 2] A série, que já apresentava uma qualidade acima de qualquer suspeita em sua primeira temporada, chegou a um nível tão alto nesse seu segundo ano que pode ser considerado como o melhor programa atualmente na TV americana. Todo o mistério envolvendo o Bay Harbor Butcher foi tratado de uma maneira espetacular pelos roteiristas, com a inclusão de novos personagens bastante interessantes e uma solução muito inteligente para todo o caso (como já é de costume). Novamente entregando alguns dos melhores episódios da temporada 2007/08, Dexter tornou-se a série mais fundamental nesse último ano. melhor episódio: Left Turn Ahead (11); atuação favorita: Michael C. Hall.
LOST [Temporada 4] Não é grande novidade para ninguém que Lost é a série melhor dirigida e escrita da TV atualmente e por isso mesmo tem minha preferência como melhor série em todos os tempos, contudo conseguir manter o ritmo da excelente temporada anterior não foi fácil e mais uma vez os criadores conseguiram um resultado espetacular. Praticamente centrando esse ano na figura do misterioso Ben Linus (o grande Michael Emerson), a série apresentou mais soluções do que mistérios, o que deve causar uma grande mudança da próxima temporada. melhor episódio: The Constant (5); atuação favorita: Michael Emerson.
MAD MEN [Temporada 1] Criada por um dos responsáveis por The Sopranos, essa nova série promete fazer longa carreira na TV paga devido a sua qualidade de produção e o cuidado com o roteiro e direção - qualidades que parecem ter sido herdadas do trabalho anterior de Matthew Weiner. O drama sobre a vida de um publicitário de sucesso na Nova York dos anos 60 vai muito além do que isso poderia sugerir, não apenas fazendo um excelente painel da época, como também trabalhando a questão psicológica de seus personagens. Destaque ainda para a presença feminina na trama, que sempre rende grandes momentos. melhor episódio: Smoke Gets in Your Eyes (1); atuação favorita: Jon Hamm.
THE CLOSER [Temporada 3] Peguei essa série de 2007 para cá e nunca fiquei tão encantando com a Brenda Johnson (Kyra Sedgwick, no papel de sua vida) como agora. Quero dizer, há algo mais viciante do que The Closer entre as séries em exibição? Diferente de qualquer outra série policial (e melhor também, vale comentar), The Closer apresenta uma nova surpresa a cada episódio e a típica resolução de um caso criminal, mas ao contrário de tantas outras, a série apresenta um desenvolvimento extraordinário de seus personagens e prima pela qualidade nos diálogos. melhor episódio: Blindsided (9); atuação favorita: Kyra Sedgwick.
BROTHERS & SISTERS [Temporada 2] A sua primeira temporada já foi muito boa, mas o ritmo novelesco predominava e não conseguia colocar Brothers & Sisters entre minhas séries favoritas. Assim, foi impressionante acompanhar a evolução da série nesse segundo ano, que ao final tornou-se um dos melhores dramas em exibição. Claro que as situações constrangedoras de qualquer família continuam lá (mas são necessárias, vale constatar), contudo a forma como certas questões são tratadas (como a guerra no Iraque, homossexualidade, política americana) beira o máximo de sensibilidade possível. Além disso, apresenta o melhor elenco entre todas as séries que acompanho. melhor episódio: Moral Hazard (15); atuação favorita: Rachel Griffiths.
GREY’S ANATOMY [Temporada 4] Já chegou a ser a série favorita com sua segunda temporada, porém infelizmente o ritmo caiu muito em seu terceiro ano a ponto de nem aparecer no top 10 de 2006/07. Felizmente, a quarta temporada apagou qualquer erro cometido no ano anterior e trouxe alguns dos melhores episódios já vistos no programa, ainda que essa mudança tenha sido um pouco tarde demais - após a greve dos roteiristas, que por incrível que pareça fez um bem enorme à Grey’s. Assim, se não fosse alguns pequenos equívocos no início de temporada sem dúvida a série estaria entre as cinco melhores, mas ainda assim é muito bom constatar o retorno de GA aos bons tempos. melhor episódio: The Becoming (14); atuação favorita: Chandra Wilson.
BATTLESTAR GALACTICA [Temporada 4] Não chego a ser fã assíduo dessa série, apesar de considerá-la uma das melhores em exibição e sempre bastante subestimada pelas premiações (como o Emmy). Assim, ela não estar presente nas cinco primeiras deve-se apenas ao fato dos poucos episódios exibidos (10, no total), uma vez que essa foi a primeira parte dessa quarta (e última, espera-se) temporada. Assim, não deixou de passar a sensação de algo “incompleto” ao seu final, mas manteve a qualidade observada nos anos anteriores – todos superiores. Dessa forma, espero que Battlestar Galactica tenha um belo encerramento à altura de sua qualidade em 2009. melhor episódio: Revelations (10); atuação favorita: Mary McDonnell.
FRIDAY NIGHT LIGHTS [Temporada 2] Foi uma das séries que apresentou maior queda nas posições em relação à temporada anterior, mas não devido a sua qualidade (sim, foi um pouco inferir, mas ainda continua como uma de minhas preferidas), mas apenas ao avanço de muitas séries como The Closer, Brothers & Sisters e Grey’s Anatomy. Acho que com seu segundo ano, FNL só confirma ser a melhor série teen de todos os tempos, discutindo questões de grande relevância e alcançado um resultado dramático nunca observado em séries do gênero jovem - e por isso mesmo é que não tem grande sucesso de público, sendo renovada graças à qualidade indiscutível. melhor episódio: Leave No One Behind (14); atuação favorita: Connie Britton.
DIRTY SEXY MONEY [Temporada 1] Essa série, considerada um guilty pleasure por muitos (no começo era mesmo), foi a grande surpresa da temporada. Não que essa seja a melhor série estreante de 2007/08, mas sem dúvida foi a que superou qualquer expectativa que todos tinham em relação a ela. É basicamente uma “novela” americana, com inúmeros personagens e sempre um desfecho que deixa o espectador aguardando ansioso pelo próximo episódio. Confesso que pelo piloto achava que nada disso funcionaria, mas de forma descompromissada conseguiu ser uma das melhores da temporada. melhor episódio: The Watch (9); atuação favorita: Glenn Fitzgerald.
IN TREATMENT [Temporada 1] Talvez essa seja a série mais inovadora da temporada, não só por seu estilo (com episódios diários e não semanais como em outros programas) como pela narrativa que traz um dos melhores roteiros da atualidade. Confesso que essa foi a única de todas as séries (tanto de comédia como drama) que ainda não cheguei ao final de temporada (estou no meio de mais de quarenta episódios), mas pela média até o momento essa seria a posição ocupada por In Treatment - mais do que merecida, afinal foi uma das melhores estréias de 2007/08. A constatação de como ela funciona foi simplesmente as inúmeras vezes em que perguntei se precisava de terapia (!). melhor episódio: Sophie - Week Two (8); atuação favorita: Gabriel Byrne.
Outras séries (por ordem de preferência): [HOUSE] Teve sua temporada mais fraca, porém ainda apresentou grandes episódios. [DAMAGES] Série de altos e baixos, com episódios excelentes e outros que pouco têm a dizer - o que é relevado diante do excelente elenco. [LIFE] Série policial bem comum que me conquistou justamente por sua simplicidade. [TERMINATOR: THE SARAH CONNOR CHRONICLES] Começou de forma espetacular e foi piorando com o passar dos episódios. Ainda assim foi melhor do que eu imaginava. [GOSSIP GIRL] No começo era bem fraca, quase cheguei a desistir, mas após a greve dos roteiristas apresentou grandes episódios e tornou-se uma ótima série teen. [JOHN FROM CINCINNATI] Inovadora em seu início (e realmente tinha seus méritos), ficou apenas chata com o passar de seus episódios e teve um desfecho decepcionante. [HEROES] A grande decepção de toda a temporada, apresentou episódios que beiravam o ridículo, apesar de se redimir ao final. [HIDDEN PALMS] Pior série que já vi em todos os tempos, provavelmente é a pior coisa já produzida pela televisão americana.
Como ocorreu no ano passado (veja aqui), faço novamente um top 10 com os melhores filmes que estrearam nos cinemas brasileiros nesse ano. A lista é o que podemos chamar de “restos do Oscar”, apesar de uma produção de 2008 liderar o ranking. Assim como Ratatouille em 2007 (que até essa época ainda não tinha sido lançado), WALL-E tem grandes chances de permanecer na primeira posição até o fim do ano, não só porque é a nova obra-prima da Pixar, mas também pelo fato de ter todo um significado especial para mim. Em seguida, está outro filme que classifiquei como “obra-prima” (o que mostra a superioridade dos longas desse ano), Sangue Negro, do mestre Paul Thomas Anderson. Assim como no ano passado, reclamo mais uma vez da falta de distribuição dos filmes de língua não-inglesa, pois vi apenas cinco destes entre os 57 títulos assistidos (aqui) e pior: nenhum deles é brasileiro! No primeiro semestre, também dispensei uma série de produções de qualidade discutível, fato pelo qual não farei uma lista de piores - mas reconheço que O Olho do Mal é absoluto na primeira posição lá embaixo. Antes do top 10, outros dez filmes que quase chegaram lá (ordem de preferência): Os Indomáveis, Onde os Fracos Não Têm Vez, A Família Savage, Paranoid Park, Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, Não Estou Lá, Sex and the City, Na Natureza Selvagem, Sicko - $O$ Saúde, Bella. [menção honrosa para Medo da Verdade e Margot e o Casamento, lançados diretamente em DVD]

WALL-E, de Andrew Stanton

Sangue Negro, de Paul Thomas Anderson

Desejo e Reparação, de Joe Wright

Juno, de Jason Reitman

Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto, de Sidney Lumet

O Sonho de Cassandra, de Woody Allen

4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias, de Cristian Mungiu

Persépolis, de Marjane Satrapi e Vincent Paronnaud

Apenas uma Vez, de John Carney

Speed Racer, de Andy e Larry Wachowski
Na oitava lista do American Film Institute (as demais são Fantasia, Comédia Romântica, Gângster, Drama de Tribunal, Animação, Mistério e Esporte), chegamos ao gênero Épico, um dos mais populares até o momento. Ao todo 16 participantes votaram em seus filmes americanos preferidos do último século, criando uma disputa acirrada nas primeiras posições (todas decididas pelo voto de desempate). Das 50 produções pré-selecionadas (aqui), 28 tiveram ao menos um voto, sendo que no mínimo o último colocado da lista teve seis. Ao final, prevaleceu o favoritismo do clássico …E o Vento Levou, um dos primeiros filmes do gênero conhecido por produções grandiosas. Seguindo o top 10, A Lista de Schindler teve apenas um voto a menos, mas ainda assim manteve sua importância com um merecido segundo lugar. Fechando o pódio, ficou Ben-Hur, outro clássico que perdeu apenas no desempate para o filme de Steven Spielberg. Um fato curioso é que O Poderoso Chefão II foi o único filme até o momento que figurou em duas listas, sendo que no top 10 de Gângster, Francis Ford Coppola também conseguiu colocar dois de seus filmes - aqui, o outro foi Apocalypse Now. Spielberg também aparece com duas produções entre os dez. Como não poderia deixar de ser, agradeço a participação de todos os votantes: Alexsandro, Cristiano, Demas, Gustavo, Kamila, Marcel, Marco, Otavio, Pedro, Rafael, Ramon, Rogério, Victor, Wally e Weiner. Em 11º: Gladiador.
Scarlett: “Rhett, Rhett… Rhett, if you go, where shall I go? What shall I do?“
Rhett Butler: “Frankly, my dear, I don’t give a damn.“

…E o Vento Levou, de Victor Fleming [1939]

A Lista de Schindler, de Steven Spielberg [1993]

Ben-Hur, de William Wyler [1959]

O Poderoso Chefão - Parte II, de Francis Ford Coppola [1974]

Forrest Gump, o Contador de Histórias, de Robert Zemeckis [1994]

Lawrence da Arábia, de David Lean [1962]

Titanic, de James Cameron [1997]

O Resgate do Soldado Ryan, de Steven Spielberg [1998]

Apocalypse Now, de Francis Ford Coppola [1979]

Assim Caminha a Humanidade, de George Stevens [1956]
Antes de divulgar minha lista dos melhores entre as séries com exibição na temporada 2007/08 (o que deve acontecer após as indicações do Emmy, visto que ainda tenho que terminar de ver Brothers & Sisters e Damages), resolvi divulgar meu top 10 dos dramas e comédias do último ano. Como já terminei de ver todas as séries cômicas, começo por esse grupo. Na lista, aparecem três novatas, inclusive uma na primeira posição - as outras duas também são ótimas. Obviamente os cinco primeiros aqui já são indicados na categoria de melhor série de comédia. Antes, o top 10 do ano passado (que não publiquei, mas a lista de melhores pode ser vista aqui): 1. 30 Rock; 2. Ugly Betty; 3. The Office; 4. How I Met Your Mother; 5. My Name Is Earl; 6. Weeds; 7. Desperate Housewives; 8. Entourage; 9. Extras; 10. The New Adventures of Old Christine.
PUSHING DAISIES [Temporada 1] Desde seu primeiro episódio, já percebi algo de diferente em Pushing Daisies. Um tanto ousada para os padrões da TV aberta (ou para qualquer tipo de série), a obra criada pelo renomado Bryan Fuller chamou a atenção por seu estilo um tanto cinematográfico. Se muitos desconfiaram de tanta inovação, para mim surgia ali uma nova obra-prima entre os programas da televisão americana. Com excelentes performances de seu elenco (todos os quatro principais, sem exceção), Pushing Daisies é o que há de mais encantador entre as séries atuais. melhor episódio: Pie-lette (1); atuação favorita: Kristin Chenoweth.
ENTOURAGE [Temporada 4] De série apenas competente na primeira temporada, Entourage foi melhorando até atingir um nível inacreditável em seu quarto ano. Os bastidores da vida de um astro em ascensão na carreira de cinema é palco para a série mais engraçada desse último ano, focando o personagem principal (Adrian Grenier) na realização e seu novo projeto e uma hilária participação no Festival de Cannes. Além dos excelentes coadjuvantes, destaque para as participações especiais de gente como Anna Faris, M. Night Shyamalan e Mary J. Blige. melhor episódio: No Cannes Do (11); atuação favorita: Jeremy Piven.
30 ROCK [Temporada 2] É impossível resistir ao humor de Tina Fey, visto que 30 Rock discute de maneira crítica uma variedade de assuntos da atualidade como nenhuma outra série faz igual. Ainda que Ligeiramente inferior ao primeiro ano, essa temporada mostrou algumas diferenças na atitude dos personagens principais, com Jack e Liz tornando-se amigos numa relação que antes era de “rivalidade”. Destaque também para os excelentes momentos musicais a cargo de Jane Krakowski. melhor episódio: Cooter (15); atuação favorita: Tina Fey.
DESPERATE HOUSEWIVES [Temporada 4] Uma série de altos e baixos que nesse último ano teve sim um ou dois episódios abaixo da média, mas que no geral foi impecável graças ao mistério envolvendo a personagem Katherine Mayfair (a ótima Dana Delany) - o melhor desde a primeira temporada e que deu o tom desse quarto ano. Ao lado de Grey’s Anatomy, foi o retorno aos bons tempos de uma de meus programas preferidos, revelando ainda um talento inesperado da sempre secundária Eva Longoria. melhor episódio: Free (17); atuação favorita: Eva Longoria Parker.
CHUCK [Temporada 1] Apresentando diversos aspectos que estavam em falta nas séries, Chuck se revelou uma das melhores comédias atuais. Cenas de ação bem elaboradas, humor típico de “nerds”, a trama que lembra vários seriados clássicos no seu estilo… enfim, tudo comandado de forma mais que competente e que nunca chegou a decepcionar. Talvez por ser tão simples é que tenha me conquistado a ponto de incluir a série entre as cinco melhores. Quem disse que humor descompromissado não pode ser inteligente? melhor episódio: Chuck Versus the Nemesis (10); atuação favorita: Zachary Levi.
WEEDS [Temporada 3] Repetindo o resultado de 2007, Weeds apresentou sua temporada mais consistente até o momento, na qual finalmente entendi algumas atitudes de Nancy Botwin. Com a vida sendo cada vez mais insustentável em Agrestic, esse terceiro ano terminou de forma impecável com promessa de mudanças para a quarta temporada. Além do elenco excepcional, o destaque é para o roteiro dos mais inteligentes. Se não fosse um o outro episódio desnecessário, certamente estaria entre as cinco primeiras da lista. melhor episódio: Go (15); atuação favorita: Mary-Louise Parker.
CALIFORNICATION [Temporada 1] Geralmente o humor desse tipo de série não tem grande efeito sobre mim, mas há uma grande diferença de Californication e outras séries que apelam um pouco para a “baixaria”. Por mais o protagonista tenha seus defeitos, é impossível não entender sua revolta diante de determinadas situações e seu empenho para reconquistar sua esposa ao lado da filha. E por mais que tenhamos algumas cenas desnecessárias (sendo aquela do vômito o auge do mau gosto), sua sensibilidade alcançada em determinadas seqüências é absurda. melhor episódio: The Last Waltz (12); atuação favorita: David Duchovny.
THE NEW ADVENTURES OF OLD CHRISTINE [Temporada 3] Não sei se ajudou o fato dessa temporada ter apenas dez episódios (efeitos da greve), mas a verdade é que Old Christine teve seu melhor desempenho até aqui. Certo que tivemos dois ou três episódios sem grandes atrativos (o que é bastante típico numa sitcom), mas nunca ri tanto com essa série como agora. Comentar a performance a Julia Louis-Dreyfus é falar o óbvio, mas Deus, como essa atriz é boa! Mal posso esperar por novos episódios da segunda série mais engraçada da atualidade (atrás apenas de Entourage). melhor episódio: Traffic (4); melhor atuação: Julia Louis-Dreyfus.
HOW I MET YOUR MOTHER [Temporada 3] Foi uma das poucas que deu uma bela caída em relação à temporada passada, mas ao contrário de outras séries como The Office e My Name Is Earl, continuou tão engraçada como antes. Na verdade acho bem complicado fazer esse tipo de comédia dar certo, visto que as situações são escassas para o trabalho de seus roteiristas. Evidentemente que numa hora ou outra How I Met Your Mother iria apresentar uma temporada inferior, mas continua sendo um prazer ver toda aquela turma a cada nova semana. melhor episódio: Dowisetrepla (7); atuação favorita: Neil Patrick Harris.
UGLY BETTY [Temporada 2] Apresentando a maior queda em relação à temporada anterior, Ugly Betty ainda consegue apresentar situações cômicas que figuram entre as mais hilárias de 2007/2008, mesmo que a proposta apresentada inicialmente tenha sido um tanto esquecida aqui. Ao esquecer o núcleo familiar e dar mais atenção ao dia a dia de Betty na Mode, seus roteiristas fugiram um pouco da essência da série e no geral o resultado foi decepcionante, mesmo com o grande destaque dado à ótima Becki Newton - sou do time que acredita que Amanda salvou essa temporada. melhor episódio: Jump (18); atuação favorita: Becki Newton.
Outras séries (por ordem de preferência): [THE OFFICE] Apresentou sua temporada mais fraca até o momento, apesar dos ótimos episódios após o fim da greve dos roteiristas. [MY NAME IS EARL] Tentou mudar seu estilo e resultou nos piores episódios já vistos na série. O elenco continua ótimo, mas o roteiro… [SAMANTHA WHO?] Nada contra essa comédia, ela é até divertida, porém não apresentou um episódio sequer acima da média. [BACK TO YOU] Essa foi minha única desistência da temporada, tanto entre os dramas como nas comédias, simplesmente pelo fato que as risadas (do espectador) nunca foram tão raras numa sitcom.
Depois dos gêneros de Fantasia, Comédia Romântica, Gângster, Drama de Tribunal, Animação e Mistério, chegamos agora à sétima lista baseada na seleção do American Film Institute. Como já comentado anteriormente, Esporte não é um gênero tão apreciado pelo público nacional visto que a maioria desses filmes retratam apenas os ideais americanos. Sendo assim, essa foi a lista com menos participantes até agora, com dez votantes no total. Algo incrível foi a predileção por filmes centrados no boxe, o qual parece ser o melhor esporte do gênero para o cinema - nesse top 10, cinco produções correspondem a esse aspecto, incluindo as três primeiras. Por unanimidade, Touro Indomável ficou com a primeira posição, o que não foi uma grande surpresa na medida que é um dos melhores filmes do Martin Scorsese (que também tem outro longa no top 10, A Cor do Dinheiro). O clássico foi seguido de perto por Menina de Ouro, sem dúvida o longa da lista que agrada mais à atual geração. Fechando o pódio, ficou Rocky - Um Lutador, outro vencedor do Oscar principal a aparecer na lista. Das 50 produções pré-selecionadas (aqui), 22 tiveram ao menos um voto, o que causou uma concentração na escolha dos primeiros colocados. Novamente, agradeço a participação de vocês: Cristiano, Demas, Fabio, Kamila, Luciano, Marco, Otavio, Pedro e Ramon. Em 11º: Karatê Kid - A Hora da Verdade.
Jake La Motta: “I remember those cheers, they still ring in my ears, and for years they remain in my thoughts. ‘Cause one night I took off my robe, and what’d I do? I forgot to wear shorts. I recall every fall, every hook, every jab, the worst way a guy can get rid of his flab, as you know, my life wasn’t drab. Though I’d rather hear you cheer when I delve into Shakespeare … ‘A horse! A horse! My kingdom for a horse!’ I haven’t had a winner in six months. And though I’m no Olivier, If he fought Sugar Ray, he would say that the thing ain’t the ring, it’s the play. So give me a stage where this bull here can rage, and though I can fight, I’d much rather recite. That’s entertainment.“

Touro Indomável, de Martin Scorsese [1980]

Menina de Ouro, de Clint Eastwood [2004]

Rocky - Um Lutador, de John G. Avildsen [1976]

Jerry Maguire - A Grande Virada, de Cameron Crowe [1996]

Seabiscuit - Alma de Herói, de Gary Ross [2003]

Hurricane - O Furacão, de Norman Jewison [1999]

Campo dos Sonhos, de Phil Alden Robinson [1989]

Carruagens de Fogo, de Hugh Hudson [1981]

A Cor do Dinheiro, de Martin Scorsese [1986]

Ali, de Michael Mann [2001]
Como todos já devem saber, comecei há um certo tempo uma série de listas baseadas nas seleções do American Film Institute (já foram realizadas seis edições, sendo a próxima no fim da semana). Ontem foi divulgado o resultado oficial com os melhores filmes americanos do último século divididos em 10 gêneros, com alguns resultados bem aguardados e outros nem tanto. Branca de Neve e os Sete Anões manteve a hegemonia de outras listas e conquistou a primeira posição entre as animações, derrotando outros candidatos com a marca Disney como Pinóquio e Bambi - só não entendi porque Toy Story não alcançou uma posição melhor. Entre as comédias românticas, a disputa foi acirrada, mas o clássico de Charles Chaplin Luzes da Cidade acabou derrotando o inesquecível Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, o preferido dos visitantes do blog. Entre os filmes de mistério, o resultado se repetiu em relação à votação realizada há pouco mais de um mês aqui, com Um Corpo que Cai na primeira posição (aliás, outros três filmes de Hitchcok apareceram somente nesse top 10). Já entre os longas de fantasia, O Senhor dos Anéis: Sociedade do Anel foi o filme mais recente com melhor posição em todas as listas, mas não foi páreo para O Mágico de Oz.
Na lista mais interessante entre todas, O Poderoso Chefão conquistou uma óbvia primeira posição entre os filmes de gângster, seguido de perto por Os Bons Companheiros. Já nos dramas de tribunal, O Sol é Para Todos foi o preferido dos votantes do AFI, sendo que O Informante (preferido do blog) não foi citado entre os dez primeiros colocados. Em listas que ainda não foram realizadas aqui, 2001 bateu Star Wars entre as ficções científicas, ao passo que Rastros de Ódio foi considerado o melhor no gênero de faroeste. Completam a lista Touro Indomável (na primeira posição entre os filmes esportivos) e Lawrence da Arábia - o melhor entre os longas épicos. Certamente o Instituto privilegiou os filmes mais antigos, o que de certa forma mostra a qualidade do cinema de antigamente - mas senti falta de algumas produções recentes, que talvez tenham ficado de fora justamente por esse motivo. Acredito que muitos filmes da atualidade ganhem status de obra-prima no futuro. O G1 tem a lista completa dos melhores filmes em cada categoria.
Ainda sem meu computador (o que dificulta a realização de qualquer tipo de post), comento um pouco agora sobre o programa Aprendiz 5 - O Sócio, numa tentativa de falar mais sobre programas da TV brasileira aqui no blog. Como fã do programa desde sua primeira edição, não pude deixar de observar a imensa queda de qualidade da atual edição da atração exibida pela Rede Record. Um fato dessa semana (a injusta eliminação de uma das melhores competidoras, a Sandra) me fez deixar de acompanhar o programa, mas com grande esperança de mudanças para o ano que vem. Pelo que tenho visto em alguns blogs e comunidades do Orkut, minha opinião não é isolada e por isso achei justo fazer esse top 10 com os piores erros dessa edição (sem ordem específica):

1. A seleção: De longe a mais fraca de todas as edições. Não sei exatamente quantas pessoas tentaram entrar no programa, mas é impossível que entre milhares de pessoas os produtores tenham escolhidos pessoas tão inferiores em termos de capacidade em relação aos participantes anteriores do Aprendiz.
2. As provas: Nunca acompanhei o programa americano, mas dizem que o nacional tira algumas idéias da versão original. Não sei, mas as provas dessa edição me pareceram particularmente sem propósito - até mesmo para o objetivo principal do programa. Vender cocos? Fazer gincana com patinhos? Certo que já tivemos provas de qualidade discutível em outras edições, mas nessa eles se superaram.
3. A edição: Ainda relacionado ao tópico anterior, é incrível como a montagem alcançou um nível medíocre nesse O Aprendiz 5. As provas (que para mim sempre são a parte mais interessante) ganham mínimo destaque, ao passo que a mesa de reunião parece ser exibida na íntegra, no que chega a ser até cansativo. Muitas vezes, não conseguimos nem analisar direito quem cometeu os maiores erros durante a prova uma vez que esta é mostrada de maneira rápida e superficial.
4. O horário: Além da tremenda falta de respeito de não ter um horário definido (e de terminar diversas vezes já próximo de 1 da madrugada), muitas vezes temos que esperar as novelas de qualidade discutível da Record para não perder o início do programa. Assim não há mutante que agüente…
5. O formato: Assim como em outros reality shows (vide American Idol), O Aprendiz também sofreu com a falta de novidade a longo dos anos e o atual formato já está cansativo. Num programa desse gênero, a escassez de novas idéias pode ser fatal para seu sucesso.
6. A não participação do público: Essa não é uma característica do programa, mas do jeito que a coisa anda, acho que somente o público poderia modificar um pouco a mesmice dessa edição. A decisão final ainda caberia ao Justus, porém é bom tentar a interatividade de vez em quando até mesmo para sobreviver na audiência.
7. Merchandising: Não sei se essa é uma impressão particular, mas nunca tinha visto tanta propaganda nesse programa. Até compreendo que isso seja algo fundamental, mas nessa edição atingiu um nível absurdo até mesmo por invadir a temática das provas - fica até parecendo um Big Brother da vida.
8. Roberto Justus: Aqui ocorreu um caso muito particular e que muita gente pode (e deve) reclamar de meus comentários. Nunca gostei do Justus como apresentador (aliás, ele era um desastre na primeira edição, melhorando nas temporadas seguintes), mas sempre tive muita confiança em suas escolhas e quase sempre nunca discordo de seu veredicto, mas algo que não posso deixar de comentar nessa edição foi a…
9. Desvantagem das competidoras: parece até que as mulheres têm que provar algo a mais para conquistar a confiança do Justus. Nessa edição isso atingiu um nível absurdo, uma vez que os últimos cinco competidores são do sexo masculino. Quero dizer, analisando a seleção inicial, tínhamos Adriana, Fernanda, Maura, Patrícia e Sandra, TODAS melhores do que a maior parte dos participantes masculinos. Certo que algumas destas saíram em situações peculiares, mas nada justifica a incrível falta de noção do apresentador ao defender o time masculino (visto que já teve motivos de sobra para eliminar o Clodoaldo, o Daniel, o Hugo e o próprio Henrique).
10. Não tenho um décimo erro, só gostaria de comentar minha decepção com o programa, mesmo sendo fã desde a primeira edição - e sei que muitos estão amando essa temporada, mas não posso fazer nada a respeito…
Após uma longa pausa por causa do Festival de Cannes 2008, retorno agora com a série de listas do American Film Institute, dessa vez com o top 10 de melhores filmes de Mistério (os gêneros anteriores foram Fantasia, Comédia Romântica, Gângster, Drama de Tribunal e Animação). Como já era esperado, o mestre do gênero Alfred Hitchcock domina a seleção com nada menos que três filmes na lista (um recorde até o momento), sendo que dois deles ocupam as primeiras posições: Um Corpo que Cai, considerado um dos melhores longas de todos os tempos, e Janela Indiscreta, uma das obras mais copiadas do diretor. Fechando o pódio, ficou o segundo mais recente do top 10, o fantástico Amnésia, do impecável Christopher Nolan. Das 50 produções pré-selecionadas (aqui), metade tiveram ao menos um voto, número mais baixo se comparado às listas anteriores - e que evidenciam a pequena quantidade de votantes. Em breve, divulgarei outro gênero para votação, aguardem! Por enquanto, resta agradecer a participação de vocês: Cristiano, Ibertson, Kamila, Luciano, Marco, Otavio, Rafael, Rodrigo, Rogerio e Weiner. Em 11º: Assassinato em Gosford Park.
Madeleine: “There is something I must do, there is something I must do.“
Scottie: “There is nothing you must do. There is nothing you must do.“

Um Corpo que Cai, de Alfred Hitchcock [1958]

Janela Indiscreta, de Alfred Hitchcock [1954]

Amnésia, de Christopher Nolan [2000]

Seven - Os Sete Crimes Capitais, de David Fincher [1995]

Chinatown, de Roman Polanski [1974]

Os Suspeitos, de Byan Singer [1995]

Disque M Para Matar, de Alfred Hitchcock [1954]

Los Angeles - Cidade Proibida, de Curtis Hanson [1997]

Cidade dos Sonhos, de David Lynch [2001]

Veludo Azul, de David Lynch [1986]
Na quinta lista dessa série de melhores filmes do AFI (as anteriores foram Fantasia, Comédia Romântica, Gângster e Drama de Tribunal), tivemos o maior número de votantes até o momento escolhendo as melhores animações em todos os tempos de acordo com a lista de pré-finalistas (aqui). Ao todo, vinte participantes fizeram com que o clássico O Rei Leão conquistasse a preferência absoluta, seguido por duas produções da era digital: Procurando Nemo e Toy Story (esse o primeiro filme no formato), sem dúvida dois dos melhores filmes da Pixar. Uma curiosidade foi que tivemos outro recorde nesse top: nada menos que 40 longas dos 50 selecionados receberam ao menos um voto, sendo apenas o primeiro colocado quase uma unanimidade. Isso fez com que clássicos da animação ganhassem destaque em meio a produções recentes. Em breve, uma nova lista do American Film Institute! Novamente, agradeço a participação de todos: Adonai, Afonso, Cristiano, Felipe, Gustavo, Ibertson, João, Kamila, Marco, Marcus, Otavio, Pedro, Rafael, Ramon, Robson, Rodrigo, Romeika, Wally e Weiner. Em 11º: Peter Pan.
Musafa: “You have forgotten who you are and so have forgotten me. Look inside yourself, Simba. You are more than what you have become. You must take your place in the Circle of Life.“
Simba: “How can I go back? I’m not who I used to be.“
Musafa: “Remember who you are. You are my son, and the one true king…“

O Rei Leão, de Roger Allers e Rob Minkoff [1994]

Procurando Nemo, de Andrew Stanton [2003]

Toy Story - Um Mundo de Aventuras, de John Lasseter [1995]

A Bela e a Fera, de Gary Trousdale e Kirk Wise [1991]

Shrek, de Andrew Adamson e Vicky Jenson [2001]

Os Incríveis, de Brad Bird [2004]

Branca de Neve e os Sete Anões, de David Hand [1937]

Aladdin, de Ron Clements e John Musker [1992]

Fantasia, de James Algar, Samuel Armstrong, Ford Beebe, Norman
Ferguson, Jim Handley, T. Hee, Wilfred Jackson, Hamilton Luske,
Bill Roberts e Paul Satterfield [1940]

A Dama e o Vagabundo, de Wilfred Jackson, Hamilton
Luske e Clyde Geronimi [1955]
Mesmo com todos aprovando os pré-selecionados, o gênero Drama de Tribunal foi o menos prestigiado das votações do AFI (American Film Institute) até o momento - algo já esperado como adiantei no post anterior, visto que não é tão popular quanto filmes de Fantasia, Comédia Romântica e Gângster. Ainda assim, onze participantes elegeram O Informante como o melhor drama de tribunal dos 100 anos do AFI, o subestimado longa dirigido por Michael Mann que traz a melhor atuação do Russell Crowe em sua carreira. Ao todo, 28 longas da lista de pré-finalistas (aqui) receberam ao menos um voto, o que deixou a eleição fragmentada e causou um empate na primeira posição: As Duas Faces de um Crime só perdeu por causa do critério usado para esse tipo de situação, visto que O Informante foi o preferido de dois votantes. Até hoje o longa é lembrado pela fantástica atuação do Edward Norton, sem falar que revelou o talento da ótima Laura Linney. Já na terceira posição, ficou Kramer vs. Kramer, único vencedor do Oscar de melhor filme presente na lista. Mais uma vez, agradeço a participação de todos: Adonai, Andrew, Alex, Cecilia, Cristiano, Gustavo, Kamila, Ramon, Rogerio e Wally. Em 11º: O Cliente.
Lowell Bergman: “You pay me to go get guys like Wigand, to draw him out. To get him to trust us, to get him to go on television. I do. I deliver him. He sits. He talks. He violates his own fucking confidentiality agreement. And he’s only the key witness in the biggest public health reform issue, maybe the biggest, most-expensive corporate-malfeasance case in U.S. history. And Jeffrey Wigand, who’s out on a limb, does he go on television and tell the truth? Yes. Is it newsworthy? Yes. Are we gonna air it? Of course not. Why? Because he’s not telling the truth? No. Because he is telling the truth. That’s why we’re not going to air it. And the more truth he tells, the worse it gets!“

O Informante, de Michael Mann [1999]

As Duas Faces de um Crime, de Gregory Hoblit [1996]

Kramer vs. Kramer, de Robert Benton [1979]

O Povo Contra Larry Flynt, de Milos Forman [1996]

Erin Brockovich - Uma Mulher de Talento, de Steven Soderbergh [2000]

12 Homens e uma Sentença, de Sidney Lumet [1957]

O Sol é Para Todos, de Robert Mulligan [1962]

Filadélfia, de Jonathan Demme [1993]

As Bruxas de Salem, de Nicholas Hytner [1996]

Anatomia de um Crime, de Otto Preminger [1959]
O terceiro top 10 baseado nas listas do American Film Institute trouxe algo de curioso. Ao contrário das listas anteriores (Fantasia e Comédia Romântica), o gênero Gângster foi marcado por unanimidades, visto que poucas pessoas deixaram de votar nos dez primeiros colocados (tanto que apenas 22 dos 50 pré-finalistas receberam ao menos algum voto) e que aparentemente nenhum dos dezoito participantes (um recorde até o momento) deixou de escolher O Poderoso Chefão como o melhor filme envolvendo a máfia. Não que tenha sido uma disputa fácil, afinal Pulp Fiction esteve empatado com o longa de Fracis Ford Coppola até os últimos votos, terminando na segunda colocação. Já o terceiro lugar também foi bem disputado, mas no final Os Bons Companheiros acabou levando a melhor sobre a segunda parte da trilogia do Chefão. Ficou claro que temos ao menos quatro mestres no gênero: Scorsese (que aparece três vezes na lista), Coppola, Tarantino e De Palma (esses três últimos com duas menções). Assim, apenas Elia Kazan surge com um único longa no top 10. E além dos diretores, podemos ver que alguns astros protagonizam uma série de filmes da lista (como De Niro, Pacino e Brando). Novamente, agradeço àqueles que participaram da votação: Adonai, Adriana, Alex, Andrew, Cristiano, Felipe, Ibertson, João, Kamila, Luis, Marcus, Otavio, Pedro, Ramon, Vinícius Lemos, Wally e Weiner. Em 11º: Era uma Vez na América.
Don Corleone: “…So now I have to make arraingments to bring him back safely cleared of all these false charges. But I’m a superstitious man. And if some unluck accident should befall him, if he should be shot in the head by a police officer, or if should hang himself in his jail cell, or if he’s struck by a bolt of lightening, then I’m going to blame some of the people in this room and that, I do not forgive. But, that aside, let say that I swear, on the souls of my grandchildren, that I will not be the one to break the peace we have made here today.”

O Poderoso Chefão, de Francis Ford Coppola [1972]

Pulp Fiction - Tempo de Violência, de Quentin Tarantino [1994]

Os Bons Companheiros, de Martin Scorsese [1990]

O Poderoso Chefão - Parte II, de Francis Ford Coppola [1974]

Cães de Aluguel, de Quentin Tarantino [1992]

Os Intocáveis, de Brian De Palma [1987]

Scarface, de Brian De Palma [1983]

Os Infiltrados, de Martin Scorsese [2006]

Cassino, de Martin Scorsese [1995]

Sindicato de Ladrões, de Elia Kazan [1954]
E no segundo top 10 realizado através das listas do American Film Institute, chegamos ao resultado das melhores comédias românticas. Um pouco menos prestigiado que a lista anterior (do gênero Fantasia), a votação contou com um total de onze participantes, sendo que dos 50 pré-finalistas (aqui), 26 deles receberam ao menos um voto - ou seja, houve uma concentração de votos entre os primeiros colocados. Como não poderia deixar de ser, Noivo Neurótico, Noiva Nervosa ocupa a primeira posição sendo o filme do gênero preferido pela maioria dos votantes. Woody Allen, que parece ser um dos melhores realizadores desse tipo de fita e apresentou seu melhor trabalho de roteiro em toda a carreira, sem dúvida marcou a década de 70 com essa comédia descompromissada que virou um clássico do cinema. Em seguida, está o filme mais antigo da lista, A Princesa e o Plebeu, que teve como protagonista a adorável Audrey Hepburn. Já na terceira posição, ficou o mais recente entre os primeiros colocados, Uma Linda Mulher - aliás, Julia Roberts apareceu com outro filme nesse top 10. Novamente quero agradecer àqueles que votaram: Adonai, Alex, Felipe, João, Kamila, Marco, Otavio, Romeika, Wally e Weiner. Em 11º: Aconteceu Naquela Noite.
Alvy Singer: “Hey listen, gimme a kiss.”
Annie Hall: “Really?“
Alvy Singer: “Yeah, why not, because we’re just gonna go home later, right, and then there’s gonna be all that tension, we’ve never kissed before and I’ll never know when to make the right move or anything. So we’ll kiss now and get it over with, and then we’ll go eat. We’ll digest our food better.”

Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, de Woody Allen [1977]

A Princesa e o Plebeu, de William Wyler [1953]

Uma Linda Mulher, de Garry Marshall [1990]

Harry & Sally - Feitos um Para o Outro, de Rob Reiner [1989]

Quem Vai Ficar com Mary?, de Peter e Bobby Farrelly [1998]

O Casamento do Meu Melhor Amigo, de P.J. Hogan [1997]

Sintonia de Amor, de Nora Ephron [1993]

Jerry Maguire - A Grande Virada, de Cameron Crowe [1996]

Se Meu Apartamento Falasse, de Billy Wilder [1960]

Melhor é Impossível, de James L. Brooks [1997]
E chegamos ao resultado final do Top 10 do gênero Fantasia, o primeiro que pretendo realizar através das listas divulgadas recentemente pelo American Film Institute (já amanhã teremos o início de uma nova votação). No total, quinze participantes escolheram os melhores filmes americanos de fantasia em todos os tempos, sendo que dos 50 pré-finalistas (aqui), 30 deles receberam ao menos um voto. Apesar dessa divisão de votos, ficou claro desde o início quais seriam os primeiros colocados, visto que parecem ser unanimidades na esfera cinematográfica. Dentre todos o melhor foi a primeira parte da trilogia O Senhor dos Anéis, a qual marcou a história do cinema, redefinindo o gênero e influenciado uma enorme quantidade de produções - algo impressionante para um filme lançado nessa década. O Mágico de Oz, o mais antigo da lista, ficou em segundo, enquanto o terceiro lugar foi ocupado pelo mestre do gênero: Tim Burton e seu Edward Mãos de Tesoura. Quero agradecer àqueles que votaram: Adonai, Alex, Cristiano, Felipe, Gustavo, Isabela, Kamila, Marco, Otavio, Pedro, Ramon, Romeika, Wally e Weiner. Em 11º: Babe - O Porquinho Atrapalhado.
Frodo: “I wish the ring had never come to me. I wish none of this had happened.”
Gandalf: “So do all who live to see such times. But that is not for them to decide. All we have to decide is what to do with the time that is given to us. There are other forces at work in this world Frodo, besides the will of evil.”

O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel, de Peter Jackson [2001]

O Mágico de Oz, de Victor Fleming [1939]

Edward Mãos de Tesoura, de Tim Burton [1990]

Quero Ser John Malkovich, de Spike Jonze [1999]

Ghost - Do Outro Lado da Vida, de Jerry Zucker [1990]

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, de Alfonso Cuarón [2004]

Homem-Aranha 2, de Sam Raimi [2004]

Uma Cilada Para Roger Rabbit, de Robert Zemeckis [1988]

Os Fantasmas Se Divertem, de Tim Burton [1988]

Superman - O Filme, de Richard Donner [1978]
Há algum tempo recebi um MEME do Lucas no qual deveria comentar cinco filmes subestimados. Pela regra, se encaixam nesse tema aqueles longas que você considera maravilhosos, quase uma obra-prima, mas que a maioria acha apenas bom, ou as premiações o ignoraram. Assim, escolhi cinco produções que mereciam um maior destaque do que o reconhecimento alcançado. Foi uma difícil seleção, mas tentei incluir as fitas que foram mais esquecidas, não especialmente as que mais gosto - deixando de fora tais longas: Billy Elliot, O Doce Amanhã, Fim de Caso, O Homem que Copiava e O Jardineiro Fiel. Agora, passo a corrente para os blogs A Room of One’s Own (Romeika), Cinéfila por Natureza (Kamila), Cine Resenhas (Alex), Império Cinéfilo (Gustavo) e Kill Me Now (Felipe). Sem mais, vamos à lista, em ordem alfabética.
COLD MOUNTAIN (de Anthony Minghella) Com a morte do diretor essa escolha foi mais do que acertada, visto que fui um dos poucos que achou injusto o mínimo reconhecimento que teve perante as premiações. É um filme lento, baseado em diálogos e na beleza de sua técnica, mas nem por isso deixa de ter um grande impacto sobre o espectador. Atuações inspiradas em um filme que até hoje me surpreende por sua elegância - em outra época, alguém duvida que seria um clássico do cinema?

DONNIE DARKO (de Richard Kelly) Mesmo sendo um longa considerado cult por muitos, mas não sabia que minha paixão pela inovadora história não era tão compartilhada pelos visitantes do blog (que consideram apenas bom). Por isso considero como subestimado, até mesmo por ser um dos meus dez filmes favoritos. Além de revelar o Jake Gyllenhaal (que se tornaria um grande ator), talvez seja a produção que me fez pensar por um maior tempo a respeito dela.
ELEFANTE (de Gus Van Sant) De diretor de produções de qualidade discutível, Gus Van Sant passou a ser um dos grandes cineastas da atualidade. Mesmo com Palma de Ouro em Cannes (um enorme reconhecimento), ainda é um filme pouco visto e que passou despercebido pelo grande público. Uma pena, visto que a sua temática forte e atual consegue surpreender como poucos longas de ficção da atualidade. Obra-prima em todos os sentidos.
MINORITY REPORT - A Nova Lei (de Steven Spielberg) Mais do que subestimada, diria que essa ficção é um tanto incompreendida. Fez lá algum sucesso de bilheteria, mas é pouco para o melhor filme do gênero em muito tempo. É um Spielberg diferente daquele visto em Inteligência Artificial (outro que poderia perfeitamente estar na lista), apesar de muitos considerarem o desfecho típico de sua filmografia. Para mim é tão bom quanto qualquer um dos filmes mais reconhecidos do diretor.
O SHOW DE TRUMAN - O Show da Vida (de Peter Weir) Ainda hoje fico surpreso com o esquecimento que esse filme teve na época de seu lançamento - até porque poucos filmes de 1998 tiveram um resultado tão espetacular quanto essa produção de tema inovador. Atuações que beiram a perfeição em um dos três melhores trabalhos do Weir em toda a carreira. Subestimado é pouco!
A Entertainment Weekly divulgou recentemente uma lista com dos 20 melhores filmes para crianças em todos os tempos, graças ao lançamento de Horton e o Mundo dos Quem! nos cinemas. Aproveitando a oportunidade, resolvi publicar meu top 10, mas com alguns critérios diferentes. Primeiro que não selecionei nenhuma animação, pois em breve o gênero deve ganhar um ranking próprio. Muitos filmes de aventura direcionados ao público infantil (como Indiana Jones e Star Wars) não foram selecionados, visto que a participação de crianças na trama é mínima. No geral escolhi determinados clássicos da infância que não só abrangem o público mais novo, como também a fase da pré-adolescência - incluindo algumas produções “para a família”, não somente crianças. Todos sabem que E.T. é um dos meus três longas favoritos (inclusive já esteve em primeiro no top 10 de ficções científicas), portanto não foi uma escolha tão complicada - apesar de gostar bastante dos demais escolhidos. Dez longas que merecem algum destaque são: Babe, O Céu de Outubro, Curtindo a Vida Adoidado, Desventuras em Série, A Fantástica Fábrica de Chocolate, A História Sem Fim, O Jardim Secreto, Querida, Encolhi as Crianças, Quero Ser Grande e O Sol é Para Todos.

E.T. - O Extraterrestre, de Steven Spielberg

Billy Elliot, de Stephen Daldry

Em Busca da Terra do Nunca, de Marc Forster

Edward Mãos de Tesoura, de Tim Burton

Harry Potter e o Cálice de Fogo, de Mike Newell

Conta Comigo, de Rob Reiner

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, de Alfonso Cuarón

A Noviça Rebelde, de Robert Wise

O Mágico de Oz, de Victor Fleming

De Volta Para o Futuro, de Robert Zemeckis
ARQUIVO TOP 10: meus filmes favoritos; ficção científica; atrizes preferidas; atores preferidos; canções do cinema em 2007; piores filmes do ano; melhores filmes do ano; melhores coisas do cinema em 2007.
Com A Loja Mágica de Brinquedos, encerrei a lista de filmes que estrearam no Brasil em 2007 (veja aqui). Foram 168 títulos vistos, sendo todos elegíveis para minha seleção de melhores que devo publicar em breve. Para comemorar esse encerramento, fiz um lista com as melhore coisas que vi em relação ao cinema do ano passado, sem ordem de preferência. Quanto ao número de produções vistas, foi um aumento considerável em relação à 2006 (quando vi 130 lançados por aqui), mas nesse ano pretendo ser um pouco mais seletivo quanto à escolha dos filmes. Já iniciei a página Filmes 2008, sendo Desejo e Reparação o primeiro da lista. E, copiando uma idéia do Gustavo, meu maior desejo para esse ano cinematográfico é o M. Night Shyamalan recupere seu prestígio e faça de The Happening um clássico no gênero do qual é mestre. Agora sim, a lista:
1. O “retorno” definitivo dos musicais: Se o cinema melhorou em algum aspecto nessa década, talvez tenha sido em relação à esse gênero tão notório de Hollywood. Esquecido nos últimos anos, ganhou seu espaço após Moulin Rouge e Chicago, alcançando a consagração nesse ano. Se Dreamgirls não me agradou tanto (mesmo tendo uma produção técnica invejável, além da ótima Jennifer Hudson), o mesmo não posso dizer de Hairspray e Across the Universe, dois dos melhores filmes da temporada com canções memoráveis. E olha que Sweeney Todd ainda não estreou…
2. As trilhas de Alexandre Desplat: o compositor já tinha chamado minha atenção por trabalhos como Moça com Brinco de Pérola e Syriana, mas 2007 foi realmente um ano inspirado para ele. Primeiro, tivemos as excelentes trilhas de A Rainha e O Despertar de uma Paixão, que chegaram um pouco atrasadas ao Brasil, mas tiveram seu devido reconhecimento (vide indicação para o Blog de Ouro). E ainda que a música de A Bússola de Ouro e A Loja Mágica de Brinquedos não seja tão brilhante quanto as anteriores, sem dúvida estão entre as melhores do ano.
3. O sucesso de Tropa de Elite: 2007 não foi um grande ano para o cinema nacional, mas uma coisa é certa: após Cidade de Deus, nenhum outro filme foi tão comentado nos últimos anos como Tropa de Elite. Mais do que cinema de entretenimento, fez a sociedade discutir assuntos realmente importantes - ajudado ou não pela pirataria.

4. O cinema francês: parando para contar, acho que depois dos americanos, os filmes franceses foram os mais prestigiados por mim nesse ano. Perdi a conta de quantos vi (acho que uns 10), mas aqui estão alguns (só para citar os melhores): Em Paris (meu preferido), Piaf, Um Lugar na Platéia, Renaissance, A Comédia do Poder, Medos Privados em Lugares Públicos… E não podemos esquecer daqueles filmes que se passam na capital do país, como Paris, Te Amo e o maravilhoso Ratatouille (que ainda deve surgir da lista).
5. O retorno de David Fincher: De forma indiscutível para mim, diria que Seven e Clube da Luta estão entre os dez melhores da década passada. Depois de se dedicar ao equivocado Quanto do Pânico (um bom filme, mas nada memorável), foi com grande alegria que percebi a volta do diretor à sua melhor forma. Vou além: com Zodíaco, Fincher apresentou um trabalho digno dos maiores diretores em atividade, finalmente conquistando o apoio da crítica que já merecia há um bom tempo.
6. A supremacia da Pixar: se alguém tinha alguma dúvida que a Pixar é a melhor produtora de animações da atividade, Ratatouille veio confirmar aquilo que eu já sabia desde Toy Story 2: será difícil superar qualquer coisa que o estúdio fez at
